Cuiabá, 23 de Julho de 2014
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LEGISLATIVO | 21/12/2006, 04h:49 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Pátio lembra de laços familiares com Barbour

            José Carlos Junqueira de Araújo, o Zé do Pátio, reeleito para segundo mandato, lembrou, da tribuna da Assembléia, o grau de parentesco com o colega Renê Barbour (PPS), que deixa a Assembléia após 5 mandatos. Declarou que ambos são primos. Pátio, ex-vereador e ex-secretário de Obras da Prefeitura de Rondonópolis, lembrou, porém, que é de família pobre. Barbour, do ponto de vista econômico, é rico. Integra a lista dos maiores pecuaristas de MT.

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Rumo às urnas | 23/07/2014, 19h:25 - Atualizado: 44min atrás

Teté acredita que recuo de Jayme favorece base governista e prefere Riva no 2º turno


Davi ValleRdnews

montagem tete

 Teté Bezerra, candidata a vice na chapa do petista Lúdio Cabral, em entrevista ao RDTV desta 4a

A candidata a vice na chapa encabeçada por Lúdio Cabral (PT) ao Governo, deputada estadual Teté Bezerra (PMDB), explica que tradicionalmente as eleições dos cargos majoritários são atreladas e, por causa disso, a desistência de disputar à reeleição do senador Jayme Campos (DEM), no grupo de oposição, poderá favorecer à base governista. “Quando tem um candidato forte ao Senado acaba por beneficiar o candidato ao Governo da mesma chapa. Mas, primeiramente, vamos ver como a população analisará a nova escolha”, explica a peemedebista em visita ao Grupo Rdnews.

Jayme renunciou a corrida à senatória, ontem (22), com a justificativa de que estava isolado na bloco de oposição, tendo em vista que algumas líderes dos 13 partidos que sustentam a candidatura de Pedro Taques (PDT) , não eram favoráveis ao democrata. Agora, para colocar mais lenha na fogueira, o prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (PPS), afirmou que Taques teria que estar à frente da situação. “Ficou claro que tem que haver uma acomodação (na base oposicionista). O Senador (Jayme) não estava confortável da forma como a campanha estava sendo tocada”, opinou Teté.

Com a possível influência da divergência nas urnas em outubro, Teté declara que acorrida ao Palácio Paiguiás promete ser acirrada e, provavelmente, se definirá no segundo turno com a entrada do candidato José Riva (PSD). “Numa eleição é importante ter outros candidatos para a disputa não ficar muito polarizada”, sustenta.

 Se a base governista levar a disputa para o segundo turno, Teté faz o discurso de "boleiro" ao dizer que quem pretende ganhar não deve escolher adversário. Contudo, deixou escapar que a preferência é pelo social-democrata, que até antes de pertencia ao bloco situacionista. “Não podemos escolher, mas acredito que pode ser o Riva, por ter uma grande inserção no interior”, conclui.

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Comentários (1)

  • Cidadao | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 19h45
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    Cidadao, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 23/07/2014, 18h:30 - Atualizado: 01h atrás

Candidato a vice-governador, Aray Fonseca


RDNews

Aray Fonseca

Candidato a vice-governador de MT, Aray Fonseca (PSD), é o convidado do RDTV nesta 5ª - participe

O candidato a vice-governador de Mato Grosso, Aray Carlos da Fonseca Filho (PSD), é o convidado ao vivo do RDTV desta quinta (24). Na oportunidade, ele vai revelar as últimas ações voltadas pelo fortalecimento da chapa “Viva Mato Grosso”, formada pelo PSD, PTC, PTN, PEN, PRTB e Solidariedade, e que é encabeçada pelo deputado estadual José Riva (PSD).

Natural de Ituiutaba (MG), o médico disputou as eleições-2010 para deputado estadual e como 1º suplente assumiu, no ano seguinte, a cadeira na Assembleia Legistativa em razão da licença-médica do titular Luiz Marinho (PTB). Aray já foi também diretor-presidente da extinta Companhia de Saneamento da Capital (Sanecap),

Os interessados em participar deste bate-papo, que começa às 8h30, devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br. Simultaneamente, o programa é transmitido para a Baixada Cuiabana por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

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| 23/07/2014, 17h:35 - Atualizado: 02h atrás

Irmãos Campos começam a sair de cena


Fernando Ordakowski

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Após quase 25 anos na vida política, o senador Jayme Campos (DEM) dá adeus à atividade pública

Duas decisões na mesma semana desmontam a era Campos no Estado. O senador Jayme Campos, cujo mandato encerra-se em seis meses, renunciou ao projeto de reeleição. Na prática, ficará sem mandato a partir de 2015. O irmão, deputado federal Júlio Campos, teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral. Além disso, já não seria mais candidato. Isso quer dizer que, a partir do ano que vem, os dois irmãos vão estar fora da vida pública, após quase 3 décadas exercendo forte influência na atividade política. Júlio e Jayme já foram prefeito de Várzea Grande, governador e senador. Júlio ainda atuou como conselheiro do TCE e está no 2º mandato na Câmara Federal. Ambos tiveram a desconfiança, ou foram forçados a tê-la, de que o tempo deles na política venceu.

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Eleições | 23/07/2014, 14h:36 - Atualizado: 46min atrás

Criar pasta para mudar nome é trocar 6 por meia dúzia, diz Taques sobre ideia de Lúdio


Davi Valle/Rdnews

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Candidato Pedro Taques (PDT)

“Vejo que criar secretaria só para mudar nome é trocar seis por meia dúzia”, afirma o candidato a governador pelo grupo de oposição, Pedro Taques (PDT), se referindo à proposta de seu adversário, Lúdio Cabral (PT), de criar a secretaria estadual da Floresta, a 25ª pasta do governo estadual, caso seja eleito. A ideia foi anunciada, neste domingo (20), pelo petista durante visita a Juína.

Embora afirme que não cabe a ele discutir as propostas do candidato do PT, Taques reforça que é preciso cortar gastos e ter eficiência nos investimentos públicos. “Esta história de criar secretaria com nome diferente, em minha opinião, o que vale não é a capa do livro, mas sim o conteúdo”, pontua.

Em entrevista ao RDTV, desta segunda (21), o pedetista disse ainda que é contra o loteamento de pastas, apesar de ter feito alianças com diversos partidos, como DEM, PSDB, PSB e PP. “Sou contrário a entregar a um partido político de porteira fechada, ou porteira aberta, uma secretaria. Nós temos que entender que partido é importante, mas mais importante que isso é Mato Grosso”. Segundo Taques, “quem vai governar é aquele que for eleito governador”.

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Comentários (2)

  • mauro | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 16h45
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    a real, o fagundes ta se achando o rei da cocada,,,,pensa que é o melhor dos melhores, eu mesmo, não voto nele....se ta desse jeito imagina se ganhar outra vez.......lembrem eles ja estão com o dimdim no bolso, empresas e tal...nós temos a arma que é o voto...então....vamos parar de ipocresia....

  • Ondino Lima Neto | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 15h04
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    A coligação do senador Pedro taques, está sendo chamada carinhosamente de "inimigos unidos", que significa o "prelúdio" da derrota.

Rumo às urnas | 23/07/2014, 09h:20 - Atualizado: 05h atrás

PT nacional garante que Dilma e Lula virão ao Estado para subir no palanque de Lúdio


Rdnews

Ludio e lulahj3

Lula, Lúdio Cabral, presidente Dilma Rousseff e o governador Silval Barbosa. Todos devem estar juntos, novamente, em palanque de Lúdio nesta campanha

O candidato a governador Lúdio Cabral (PT), da coligação Amor à Nossa Gente (PT, PMDB, PR, Pros e PCdoB) esteve em Brasília nessa terça (22) onde recebeu garantias da direção nacional do PT que tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o ex-presidente Lula da Silva virão a Mato Grosso para reforçar o palanque do correligionário. A agenda ainda será definida pela coordenação da campanha, mas a tendência é que a primeira visita aconteça em agosto e o roteiro inclua o interior do Estado enquanto a segunda deve ocorrer somente em setembro, na Capital.

 Além da garantia da presença de Dilma e Lula no palanque, Lúdio também aproveitou a reunião com o presidente nacional do PT Rui Falcão para discutir questões operacionais da campanha. “Um dos assuntos debatidos foi a impressão de materiais gráficos conjuntos das campanhas nacional e estadual”, disse em entrevista ao Rdnews.

Nesta quarta (23), Lúdio se reúne com o conselho político da coligação Amor à Nossa Gente que conta com a participação do ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB), do prefeito de Sinop Juarez Costa (PMDB), do suplente de senador Cidinho Santos (PR) e do ex-deputado federal Carlos Abicalil, além dos presidentes dos partidos aliados e dos candidatos a vice Teté Bezerra (PMDB) e ao Senado Wellington Fagundes (PR). A pauta é a avaliação do cenário político após a desistência do candidato a senador Jayme Campos (DEM) que formava chapa com o adversário Pedro Taques (PDT).

Lúdio, no entanto, afirmou que sempre considerou Wellington como melhor nome na disputa à senatória, mas prefere não comentar o quadro eleitoral após saída de Jayme sem debater com o conselho político. “O que importa é que estamos debatendo propostas para Mato Grosso sem preocupar com as movimentações dos adversários. Por isso, não faço nenhum juízo de valor precipitado”, conclui o petista.

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Comentários (4)

  • Ademir | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 16h33
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    Ademir, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • joaoderondonopolis | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 13h59
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    Aonde vão recebem vaias.

  • SILVIO | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 10h40
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    MAIS ISSO E UMA BENÇAO QUE NO DIA SINVAL BARBOSA TEJE JUNTO KKKKKKKKKKKKK VAO SER TODOS VAIADO HAUHAUAHAUHAUAHUAHUA AGUARDEM

  • Maria | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 09h59
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    Se isso é chamado de força, vai acontecer o mesmo q/ aconteceu na candidatura p/ prefeito, não vai dar em nada, senador PT p/a governar MT.

| 23/07/2014, 00h:00 - Atualizado: 04h atrás

As quotas femininas funcionam?

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Vinicius de Carvalho

Uma das principais inovações na legislação eleitoral realizada nos últimos anos foi a adoção das quotas de gênero nas candidaturas. O artigo 10, §3º, da Lei 9.504/97 estabeleceu que “do número de vagas resultante das regras previstas neste artigo, cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% (trinta por cento) e o máximo de 70% (setenta por cento) para candidaturas de cada sexo”.

A principal razão para proposição e aprovação da referida lei foi aumentar a presença feminina no Poder Legislativo, muito inferior à sua participação no conjunto do eleitorado (52%). Um artigo de José Eustáquio Diniz Alves e Clara Araújo aponta que a bancada feminina na Câmara dos Deputados em 2008 era de 9% no Brasil contra 18,4% num universo de 189 parlamentos no mundo inteiro. O país perde ainda mais feio para outros colegas de América Latina como Argentina e Costa Rica, que estão ambas próximas de 40% neste indicador.

No caso das Câmaras Municipais temos apresentado uma evolução lenta, registrando cerca de 12% na eleição de 2008 e 13,32% em 2012. Já o número de prefeitas é menor e vem apresentando um crescimento mais consistente, alcançando em torno de 8% em 2008 e 11,84% em 2012. No caso das Assembleias o número de deputadas vem crescendo também de forma contínua, com pequenas oscilações, estabilizando-se na faixa de 12%.  

Esta evolução positiva, ainda que insuficiente, pode ser atribuída à política de quotas? A resposta é negativa em parte. Trata-se de um fenômeno muito complexo e que precisa ser analisado por diversos ângulos. Se as quotas gerassem este efeito positivo, os resultados seriam homogêneos para as várias unidades da federação. Em 2006 o percentual de mulheres eleitas para a Câmara dos Deputados variou de 0% em vários Estados para picos de 50% no Amapá e Espírito Santo. Após analisar os resultados à luz de algumas variáveis, as pesquisas chegaram a algumas conclusões.

A primeira é que existe baixa correlação entre número de candidatas e de eleitas (6,1% em 2006). Quer dizer, a principal tese contida na política de quotas revelou-se frágil do ponto de vista estatístico. A obrigação de lançar 30% de candidaturas femininas não gerou a eleição de 30% de mulheres para as vagas. Isto aconteceu, dentre outros fatores, pelo descumprimento sistemático da quota por partidos e coligações, sem punições. Pesquisa de opinião realizada em 2009 identificou que 75% da população era favorável a tais cotas e 86% defendiam punições para aqueles que as descumprirem. 

Outra observação é que os grandes partidos são os que mais elegem em números absolutos (PT, PSDB, PMDB), mas a taxa de sucesso é maior nos partidos menores (PSOL, PC do B e PRONA) e com perfil ideológico. Aliás, os partidos com perfil ideológico de esquerda têm mais eleitas.

Os estados com menor bancada costumam apresentar mais candidaturas e mais eleitas. Os Estados com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) também se destacam. Uma das possibilidades de interpretação é que, nestes Estados, predominam famílias com grande influência e que acabam colocações esposas de chefes políticos em posições mais avantajadas. Cabe citar como exemplo aqui Roseana Sarney no Maranhão, Tereza Jucá em Roraima e as mato-grossenses Telma de Oliveira e Celcita Pinheiro.

Portanto, precisamos refletir sobre outros aspectos do sistema político que vêm dificultando a maior presença feminina. A política de quotas, embora de baixo impacto pela análise estatística, teve como grande mérito colocar a questão em pauta. Vamos aguardar os resultados desta eleição.

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta-feira vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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Rumo às urnas | 22/07/2014, 17h:59 - Atualizado: 23/07/2014, 09h:43

Wellington nega que caminho ao Senado esteja livre sem a candidatura de Jayme


Davi Valle/Rdnews

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 Wellington Fagundes disputa o Senado

O deputado federal Wellington Fagundes (PR), candidato ao Senado nas eleições deste ano, não comemorou a desistência de seu concorrente direto, senador Jayme Campos (DEM)  do processo eleitoral,  oficializada nesta terça (22). O republicano prefere abafar o discurso otimista e assegura que não existem eleições fáceis.

Deputado federal de seis mandatos, Fagundes brigou com unhas e dentes dentro da coligação Amor à Nossa Gente  (PT, PMDB, PR,  Pros e PCdoB) para consolidar-se como o nome do grupo à senatória. Ele não abriu mão de disputar o cargo e, em determinado momento ocupando posição incerta no bloco situacionista, chegou a dialogar com a oposição que já tinha Jayme Campos como nome para a majoritária, encabeçada por Pedro Taques (PDT).

No último dia 15, a pesquisa quantitativa de intenção de votos realizada pelo instituo Mark em parceria com o Rdnews revelou que o democrata tinha 11 pontos percentuais de vantagem sobre Wellington. Agora, embora o caminho rumo ao Senado tenha ficado mais aberto para o republicano, ele prefere não comentar a decisão do senador de recuar. “Não tenho direto de comentar porque é uma decisão dele”, afirma.

Wellington sustenta estar pronto para uma campanha de debates e que, por esse motivo, não deve escolher adversários. “Vou continuar pedindo apoio para a população. Me preparei para isso, mas sei que não existe eleições fáceis. Todas são duras”, finaliza.

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Comentários (5)

  • eduardo | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 09h03
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    0

    Agora como dizem no nosso ditado cuiabano, iremos por no seu azedo e experimentará o amargo

  • Paulo Gustavo | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 07h50
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    Sorte do Whelington eh que Juca do Guarana desistiu tmb.... Senao ele seria "massacrado"nas urnas. Vai Jucaaaaa

  • marcio | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 21h43
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    voce ta igual seu amigo blairo maggi , acha que é o gostosão,, , --sapato alto e tal.....vai cair do cavalo...

  • adnilson | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 21h22
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    Tomara que dê certo, porque já estamos cansados de esperar. http://al-mt.jusbrasil.com.br/noticias/1475580/asfalto-para-bairros-de-cuiaba-deve-chegar-em-30-dias

  • marta | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 21h09
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    é fagundes voce agora achou um do mesmo nivel que voce...pensou que ia passar o rodo em jaime né.....agora voce vai ver nas urnas....

| 22/07/2014, 17h:20 - Atualizado: 22/07/2014, 17h:53

Ao vivo, candidata à vice, Teté Bezerra


Davi Valle/RDNews

tete-bezerra-convencao-do-PMDB-Davi-Valle-(4).jpg

Candidata à vice-governadora, Tete Bezerra (PMDB), vai participar ao vivo do RDTV desta 4º - participe

O RDTV desta quarta (23) conta com a participação ao vivo da candidata à vice-governadora de Mato Grosso pela base situacionista, Teté Bezerra (PMDB), para revelar as ações da chapa "Amor à nossa gente" voltadas às eleições-2014. Teté é deputada estadual, já respondeu pela secretaria de Turismo de Mato Grosso e é esposa do presidente do PMDB em Mato Grosso, deputado federal Carlos Bezerra.

Os interessados em participar deste bate-papo, que começa ao vivo às 8h30, devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br. Simultaneamente, o programa é transmitido para a Baixada Cuiabana por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

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Comentários (4)

  • ERASMO CARLOS | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 21h33
    2
    1

    CADE O DINHEIRO DO TURISMO

  • Ernesto | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 20h50
    4
    0

    Gostaria que a senhora apresentasse os projetos realizados (finalizados), em Mt durante o tempo em que foi Secretária de Turismo, por exemplo, Chapada dos Guimarães que tem um enorme potencial turístico, o que recebeu?

  • Maria do Capão Grande | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 20h43
    2
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    Tete Bezerra, o PMDB MULHER de VG esta com uma massa de mulheres, e hj eu vi no jornal somente homens, e elas não estão participando... Vc vai deixar esses sangue suga de Versides, Edson Gordo e demais... coordenar suas campanhas? O povo de VG já conhecem esses povos, é pra acabar...

  • Paulo | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 20h04
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    A mulher que não faz nada, não representa nada, e nada que fala vale. Cadê o turismo de MT?

| 22/07/2014, 16h:17 - Atualizado: 22/07/2014, 22h:23

Para Percival, Jayme tem razão e se Taques não enquadrar o grupo ninguém vai ficar

Dirigente do PPS defende que o grupo refaça convite para o senador retomar a campanha e cobra imposição do pedetista como principal líder; vê líderes desunidos e com muita liberdade


O prefeito rondonopolitano Percival Muniz disse nesta terça, em entrevista ao Rdnews, que o senador Jayme Campos (DEM) tem razão ao alegar que está sendo traído e isolado e tratado com indiferença dentro do grupo da oposição e, por isso, optou por desistir da disputa à reeleição. Percival revela que conversou com o candidato a governador Pedro Taques e sugeriu que este assuma a rédea e enquadre o grupo, sob pena de surgirem novas crises e enfrentar processo de debandada.

Davi Valle/Rdnews

percival muniz

Percival Muniz, do PPS, alerta que o candidato a governador Pedro Taques tem de assumir e impor sua liderança sobre o grupo, sob pena de ocorrer debandada

“Qualquer um faria a mesma coisa, inclusive eu. O Pedro precisa exercer e impor sua liderança. O grupo está muito solto. Muitos se sentem escanteados”, diz o presidente regional do PPS. Questionado sobre o fato de ser apontado como um dos culpados pela desistência de Jayme, já que em princípio, ao invés de apoiá-lo, revelou maior simpatia pela candidatura de Wellington Fagundes (PR) ao Senado, Percival assumiu mea culpa, mas avaliou a conjuntura. Explicou que eventual adesão à candidatura de Wellington fora uma discussão feita antes das convenções e que depois que ocorreram outros entendimentos, inclusive com o PR lançando Jota Barreto para deputado federal, o motivou a não mais avançar com Wellington.

Com a experiência de um exímio articulador político e com passagem por outros cargos eletivos, como de deputado federal e estadual, o prefeito alerta que se Taques, que lidera as pesquisas de intenção de voto, não chamar para si a condução do processo, todos vão ficar expostos e qualquer outro nome que se lançar ficará inseguro. Sugere até que se refaça o convite para Jayme reassumir a candidatura. 

“Eu falei para o Pedro que agora é o Jayme e daqui a pouco é o dele que vai estar na reta. Então, tem de unir todo mundo. O problema está na liberdade demais do núcleo da campanha. O PSB faz o quer, o PPS faz o que quer, assim como os demais”. Para Percival, não será uma campanha fácil e se todas lideranças do grupo composto de 13 partidos não se unirem encontrará mais dificuldades ainda para se chegar ao poder.

Para Percival, o coordenador-geral da campanha, ex-prefeito de Rondonópolis Adilton Sachetti, não tem culpa da crise. Entende que o problema está na liberdade demais dos líderes, o que leva cada um a conduzir o processo da maneira que bem entender.

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Comentários (11)

  • Gustavo | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 23h29
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    0

    Gustavo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • EDESIO DAVID | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 21h24
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    ESTA ELEIÇÃO É SURPRESA, DE TÁXI NINGUÉM QUER IR MAS, O BAIXINHO TÁ CHEGANDO DE JATO.

  • Nuno Delgado | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 20h55
    3
    0

    Esse Grupo tá mostrando desde já a falta de competência. Não seria diferente com a eventual eleição de Pedro Taques ao Governo. Sim, porque não mudaria muita coisa não. Quem estaria lá dando as cartas como seriam tais lideranças de agora. Aliados de agora. Pedro Taques está demonstrando ser pulso fraco. Penso que não conseguiria fazer uma boa gestão frente ao Governo Estadual. Aliás administrar é um dom. Não é para todos. Não depende só de vontade e sim de capacidade. Com essa deslealdade a olhos nus, com tanta gente pesada à frente dessa campanha, não demora e esse barco vai afundar. Do meu ponto de vista, perderam muito com a saída do Senador Jayme Campos. Desse jeito, daqui até outubro o "Taxi" pode ser descredenciado...

  • WALLACE | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 20h02
    6
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    PERCIVAL É MACACO VÉIO NA POLÍTICA, E JA LEU O RESULTADO, ... 2° TURNO ENTRE LUDIO E RIVA E WELLINGTON ELEITO AO SENADO...

  • Pedro Henrique - ROO | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 18h47
    7
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    Realmente Percival, por mais polêmico que VC seja falou algo coerente agora, além do que se isso prevalecer VC estará cheio de cobras ao seu redor, além do Fagundes que não tem simpatia nenhuma por VC. Alem do mais VC se lembra o que o Fagundes fez com o Augustinho de Pedra Preta da época de Federal né?? A campanha ta na mão de vcs e por vaidade e jogo de poder todos vão se ferrar, escutem o Jaime e peçam para ele rever essa decisão enquanto é tempo, pois oportunidade de uma eleição igual essa mamão com açúcar nunca mais.... participemais Percival... VOLTE COM o JAIME

  • Ondino Lima Neto | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 18h30
    9
    1

    Acho que tem um caminhão na banguela, sem freios.

  • Ezequiel | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 18h28
    10
    1

    Desde do começo que eu venho dizendo que a bagunça esta estalada na quela coligação ninguém se entende cada um faz o que quer não tem comando o senador Pedro Taques e arrogante ditador, o MM também e arrogante quer tudo do seu jeito, e pra completar fica o PM dando seus palpite la de Roo, isto ta parecendo mais quando você vai jogar futebol e não tem um time ai você junta um bocado de gente e coloca pra jogar ninguém passa a bola para o outro, não sabe o que fazer, assim esta este amontoado de gente nesta coligação todos achando que e "políticos" cada um querendo intender mais que o outro. cá comigo vai todos descer a ribanceira não vai dar em nada são um bando de incompetente não se entende, já pensou se esse bando desorganizado ganha as eleições que bagunça que vai ser. Com todo o respeito o Muvuca esta mais organizado do que este povo ai.

  • Pedro Henrique - ROO | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 18h06
    9
    2

    taques já era, e Percival conhece muito bem o Fagundes vc grande prefeito poderia ter se manifestado antes disso tudo acontecer né.... agora a vaquinha foi pro brejooooooooooooooooooooooo... Vc conhece muito bem o Fagundes e sabe da simpátia dele por vc,,, aquelas derrotas a prefeitura estão por aqui intaladas nele... BOA SORTE PREFEITO ...

  • Ricardo | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 17h33
    2
    0

    Ricardo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Pedro Henrique - ROO | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 17h20
    2
    0

    Pedro Henrique - ROO, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 22/07/2014, 15h:25 - Atualizado: 22/07/2014, 20h:44

Ex-cassado na esperança da volta por cima


Fernando Ordakowski

ze patio

Zé do Pátio, que se isolou após ter mandato de prefeito de Rondonópolis cassado, disputa vaga na AL

Com seu perfil populista, ele é da turma do barulho e está em campanha para mais um teste das urnas. Zé do Pátio, que foi vereador e fez uma administração desastrosa em Rondonópolis, sonha em reconquistar cadeira na Assembleia. Já exerceu mandato de deputado por três vezes. A partir de 2012, ele sofreu revés em sua vida pública e privada. Teve o mandato cassado. A partir daí se isolou. Se desfiliou do PMDB, do qual era militante histórico. Aderiu ao Solidariedade. Mudou-se de Rondonópolis para Barra do Bugres, no Médio-Norte. Retornou às origens, atuando como professor. Engenheiro civil, Pátio é professor no curso de Arquitetura do campus da Unemat. Por causa da campanha, o ex-prefeito tenta reconquistar as bases em Rondonópolis. Se apresenta como vítima e se gaba de ter feito o que pôde enquanto chefe do Executivo municipal. Se for eleito, após dois anos fora de cena, com carimbo de incompetente no Executivo e entregue ao ostracismo político, terá superado mais um obstáculo.

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Comentários (6)

  • Raquel | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 09h23
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    Correção da matéria: José Carlos do Pátio não se mudou de Rondonópolis. Ele apenas vai para Barra do Bugres dar aula e volta para base.

  • Neto | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 22h31
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    Neto, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Amir | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 21h22
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    Pode ter certeza vc Zé do Pátio irá voltar para Assembleia em 2015, porque o povo estar com vc. Todo mundo que não gosta do povo fala mal de vc, hoje em Rondonópolis temos uma administração que até agora não diz porque venho, só pra lembrar o povo até agora não faz nenhuma casa para o trabalhador as que estão integrado foi o Zé do Pátio que fez, e isso por que o Zé não fazia nada. Zé do Pátio to com vc pra o que der vier

  • Carlos Augusto da Silva | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 20h09
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    Carlos Augusto da Silva, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • gabriel rodrigues | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 16h38
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    Caro Romilson, se você viesse na zona rural de Rondonópolis ou mesmo no distrito da vila operária, onde eu moro, você veria a mudança gritante entre o que era Rondonópolis e o que é Rondonópolis. diferente do que o atual prefeito está fazendo, esse homem que você tanto crítica é o único que olhou para a gente, único que lutou pela gente e ele é o único motivo de eu ir às urnas no dia 5.

  • Juca | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 16h17
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    3 mandatos: 1999-2002 2003-2006 2007-2008. E foi um excelente deputado!!!

Detran | 22/07/2014, 14h:13 - Atualizado: 22/07/2014, 18h:39

Polícia Civil prende 9 envolvidos em fraudes na emissão de CNHs; servidores suspeitos


Reprodução

delegada Alexandra Fachone

 Delegada Alexandra Fachone comanda as investigações para desmantelar o  esquema criminoso

Nove de onze mandados de prisão temporária   foram cumpridos, na manhã desta terça  (22), pela Polícia Judiciária Civil, na operação "Narted", deflagrada pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), para apurar fraudes na emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além das prisões efetuadas em residências da Capital, outros cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos em  autoescolas, sendo quatro em Cuiabá e uma na cidade de Cáceres. Entre os presos estão dois servidores do Detran. 

As investigações comandadas pela delegada Alexandra Mensch Fachone iniciaram no segundo semestre de 2013. O objetivo era  desarticular esquema fraudulento de facilitações na aquisição de CNH's junto ao Detran.    

Conforme a delegada, a investigação iniciou com uma denúncia anônima informando que um funcionário do Detran, responsável pela emissão de CNH’s estava ostentando crescimento patrimonial incompatível com seu salário."A Defaz comprovou a denúncia  bem como identificou que funcionários e proprietários de autoescolas agiam em conluio com tal servidor, além de também ser identificado outro servidor do Detran,  responsável pelas provas práticas, que recebia propina para beneficiar alunos que se submetiam a referida prova", explicou Alexandra Fachone.

 Os mandados foram expedidos pela Vara Especializada do Crime Organizado, Ordem Tributária e Econômica e Administração Pública de Cuiabá.  A corregedoria do Detran está acompanhando a operação e auxiliando nas análises dos processos em andamento.

 Os presos estão sendo interrogados na sede da Delegacia Fazendária. Segundo a delegada, dois deles foram liberados por contribuir com informações e os demais ao final das oitivas serão levados a Polinter em Cuiabá, para encaminhamentos a unidades prisionais.

 Pagamentos 

Os pagamentos por carteiras de habilitação variavam de R$ 100 a até R$ 3 mil. Conforme as investigações, existiam fraudes cometidas diretamente com o servidor do Detran, onde o candidato não fazia nenhum tipo de prova ou exame. Para a compra integral da carteira, o interessado apenas entregava seus documentos e pagava R$ 3 mil ao servidor, que providenciava a emissão da CNH.

 Havia também fraudes que contavam com ajuda de intermediários como instrutores de autoescolas e agentes de pátio das provas práticas do Detran, que cobravam valores menores para "ajudar" o aluno a passar nos testes, entre outras que estão sendo apuradas a partir da deflagração da operação. (Com Assessoria)

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Comentários (2)

  • loan | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 05h38
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    loan, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • ANTONIO | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 15h10
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    a mamata esta muito grande e escancarada...

Rumo às urnas | 22/07/2014, 13h:48 - Atualizado: 22/07/2014, 14h:01

Governador diz que desistência de Jayme é "lamentável", mas defende Wellington


Davi Valle

silval_ministro

Governador Silval Barbosa (PMDB) lamenta recuo de Jayme Campos da disputa

O governador Silval Barbosa (PMDB) afirma que foi pego de surpresa pela desistência do senador Jayme Campos em disputar a reeleição.  Entretanto, prefere não conjecturar as razões que levaram o democrata a abandonar o pleito. “É lamentável pela liderança que o senador exerce e pelos serviços que tem prestados a Mato Grosso”, declarou à imprensa, durante evento realizado em Várzea Grande com o secretário da Presidência da República Gilberto Carvalho e o ministro do Trabalho Manoel Dias.

Apesar de enaltecer Jayme, Silval avalia que a decisão dele não altera a estratégia de campanha de Wellington Fagundes (PR), que disputa o Senado pela coligação Amor à Nossa Gente (PT, PMDB, PR, Pros e PCdoB). Sustenta ainda que, independente dos adversários, os partidos aliados continuarão unidos com o propósito de assegurar a eleição do republicano, que acumula a  experiência de seis mandatos na Câmara Federal. 

Além disso, Silval garantiu que não pretende articular para cooptar Jayme para o grupo que apóia a candidatura do petista Lúdio Cabral ao Governo porque precisa se dedicar as atividades no Executivo estadual. No entanto, revela que membros da coordenação da campanha devem conversar com o democrata. “Estou torcendo para que o senador Jayme tenha sucesso independente da escolha que fizer”, concluiu.  

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  • Paulo - Dom aquino | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 14h54
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    JÁ JAYME CAMPOS NÃO É CANDIDATO, MEU VOTO É DO RUI PRADO.

  • Myriade | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 13h56
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    Myriade, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 22/07/2014, 08h:55 - Atualizado: 22/07/2014, 14h:50

Leitão disputa Senado; em Cáceres, Taques diz que Jayme teve decisão de "foro íntimo"


O pedetista Pedro Taques, candidato a governador, declarou nesta terça, no aeroporto Nelson Dantas, assim que pisou os pés em Cáceres, que a decisão de Jayme Campos de renunciar a candidatura à reeleição é de foro íntimo e que agora os 13 partidos do arco de alianças vão se reunir hoje para definir o substituto. Enfatiza que será feito debate, assim como foi para escolha do nome a vice de sua chapa, no caso Carlos Fávaro (PP). Taques afirmou que ficou surpreso com a decisão, negou crise no grupo e procurou se esquivar do assunto.

Davi Valle/Rdnews

nilson leitao

Deputado Nilson Leitão troca o projeto de reeleição por candidatura de senador, após saída de Jayme

Embora o pedetista não tenha citado nomes na entrevista à imprensa cacerense, a tendência é de Nilson Leitão ser escolhido. Os dois suplentes, empresário Marcelo Maluf (PSDB) e a deputada estadual Luciane Bezerra (PSB), devem ser mantidos, ou seja, só haverá troca mesmo do cabeça de chapa.

O nome de Leitão, ex-prefeito de dois mandatos de Sinop, tem simpatia de todo o grupo, inclusive de Taques. E o deputado que está em campanha à reeleição já se mostra empolgado com essa possibilidade de entrar no projeto majoritário. Já participa de uma reunião com Jayme, que sai do processo e vê o próprio Leitão como a melhor opção do bloco para disputar a senatória. Outros nomes cotados são da ex-senadora Serys Marli e do ex-diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, e do vice-prefeito rondonopolitano Rogério Salles (PSDB).

A provável entrada de Leitão no páreo deixa a campanha de Taques com discurso mais consistente. Ex-membro do Ministério Público Federal considerado linha dura e intransigente na batalha contra corrupção, Pedro Taques se elegeu senador e entrou numa campanha agora ao governo estadual sustentando a tese da coragem para mudança e da renovação. Como estava fazendo dobradinha com Jayme, carimbado como político carreirista e com a imagem desgastada, o discurso começou a ser combatido como contraditório. Nilson Leitão, uma vez candidato, resgataria o slogan do novo, da mudança e da renovação.

O desafio do bloco oposicionista é construir a unidade após divergências com o grupo de Jayme e tentar retomar dianteira nas intenções de voto na Grande Cuiabá, onde Lúdio Cabral, candidato a governador pela base, registra bom crescimento, assim como Wellington Fagundes, que concorre ao Senado pelo mesmo palanque do petista.

taques caceres

Candidato ao Governo pelo PDT, Pedro Taques, ao lado de apoiadores, hoje, no aeroporto de Cáceres

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Comentários (4)

  • Ricardo Anzil | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 12h21
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    Ricardo Anzil, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Norberto | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 10h28
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    A polícia federal precisa agir em Cáceres.

  • Ondino Lima Neto | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 09h51
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    O deputado com chances reais de reeleição, não vai entrar nesse barco furado.

  • fernandes | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 09h30
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    so gente boa.... kkkkkkkkkkkkkkkk

| 22/07/2014, 08h:06 - Atualizado: 22/07/2014, 18h:39

Lemat já custou mais de R$ 1 mi aos cofres públicos em 3 anos sem nunca ter operado


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Toco Palma recebe mensalmente R$ 9 mil em autarquia que não sai do papel

A cinco meses do términa da gestão Silval Barbosa (PMDB), o funcionamento da Loteria Estadual de Mato Grosso (Lemat) ficará para o próximo gestor. Até agora, a autarquia serviu, apenas, como cabide de emprego, tendo em vista que abriga quatro funcionários desde a sua reativação, em outubro de 2011. Nesse tempo, o Estado desembolsou R$ 1 milhão só em despesas de salários, mesmo a Lemat não operando em razão de imbróglios judiciais.

O presidente da Loteria, Manoel Antônio Garcia Palma, o Toco Palma, por exemplo, recebeu R$ 399,9 mil, ao longo destes três anos e sete meses à frente da autarquia. Ele possui o maior salário com status de  secretário adjunto (DGA 2), fatura mensalmente R$ 9,3 mil. Os outros servidores com cargos de DGA 3 recebem de R$ 5 mil a R$ 5,6 mil.

Para justificar que existe serviço mesmo a Lemat não operando na sua finalidade, Toco Palma lembra que nesses mais de três anos criou para a autarquia um Cadastro Nacional de Pessoal Judídica (CNPJ), certificado digital, Regimento Interno, cronograma organizacional e processo administrativo. “Agora não sou culpado pela ação na Justiça”, enfatiza o presidente em entrevista ao Rdnews.

Toco Palma refere-se a dois problemas judiciais que a Lemat enfrenta. Isso porque foram feitos dois processos licitatórios. Contudo, uma empresa entrou com ação na Justiça para revogar o segundo certame e participar do primeiro pregão, quando foi desabilitada. Diante disso, o judiciário concedeu a liminar. Agora, a Advocacia Geral da União (AGU) tem um entendimento de que cabe à Caixa Econômica Federal (CEF), por meio das Lotéricas, a realização dos jogos, impedindo, assim, a Lemat de operar no Estado.

De acordo com Toco Palma, entretanto, existe um decreto que afirma que a partir de 1977 a autônima da realização de jogos cabe à CEF e não as loterias do Estado, exceto àquelas que foram criadas até 1957. Neste caso a Lemat estaria habilitada, tendo em vista que ela foi inaugurada, em 1953, quando o Estado ainda era governado por Fernando Corrêa da Costa. A loteria, contudo, só foi ativada no governo Júlio Campos (1983 a 1986) e acabou desativada pelo mesmo governador. Sua reativação foi proposta em 2007 pelo deputado estadual José Riva (PSD). A nova regulamentação da autarquia, por sua vez, só foi publicada em novembro de 2011.

A loteria chegou a ser citada em escândalo nacional por possível envolvimento do bicheiro Carlinhos Cachoeira em sua recriação.

Ligada a bicheiro, CRT atua no Estado, diz Época; Governo nega

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Comentários (11)

  • Ademir | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 11h41
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    Desocupados e encostados na política, esta é a família Palma, que vergonha!!

  • Joao plenario | Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014, 09h16
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    Cade O TRIBUNAL DE CONTAS, que se acham os paladinos da moralidade. O tribunal so sabe mandar de dentro do ar condicionado, e cobrar picuinhas, burocracias do papel. Quando o dinheiro do povo sangra pelas valas da ma administração de muitos orgaos governamentais.

  • Dornele$ | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 20h00
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    Afinal? O que funcionou neste desgoverno Silval! Riva! Blairo e cia?

  • Olivério Gomes | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 15h55
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    Quantas crianças deixariam de morrer na porta do PS se não tivéssemos essa família sugando da jugular do sistema, PALMA E TOCO PALMA, vão trabalhar !

  • Roberto Olinto | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 15h54
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    Essa família toda devia pegar no cabo da enxaida, uma vida inteira mamando as tetas do governo enquanto o povo sofrido é açoitado pela carga tributária, VERGONHA NACIONAL FAMILIA GARCIA.

  • José Nunes | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 15h17
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    Estamos em época de eleição. Anotem mais essa aí. Vote certo.

  • gilder gomes de souza | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 14h29
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    Esse é o Brasil, onde quem governa manda e desmanda, com esse 1 milhão de reais, daria para reformar 03 escolas do estado de pequeno porte, ou investir em remédios de alto-custo.

  • Gugu | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 13h12
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    Gugu, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • mario | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 12h34
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    e o governador nao queria dar aumento para a policia, é brincadeira....

  • ROQUE MACEDO | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 11h29
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    É LAMENTÁVEL ESTE TIPO DE NOTICIA. 1 MILHÃO DARIA PARA CONTRATAR : DENTISTAS E MÉDICOS PARA ATENDER A POPULAÇÃO CARENTE AINDA QUE POR UM PEQUENO PERÍODO, NÃO ENTENDO PORQUE ESTAS INCÓGNITAS OCORREM NA JUSTIÇA DEVERIA SER MAIS CÉLERE POIS TRATA- SE DE DINHEIRO PÚBLICO.

| 22/07/2014, 07h:19 - Atualizado: 22/07/2014, 07h:25

Acima do certo e errado

  • olga_artigo_domingo

    Olga Lustosa

    “A mente, como o paraquedas, funciona melhor quando aberta”.
  •  (frase antiga, cuja autoria é atribuída a muitos)

Sempre que estamos prestes a tomar uma decisão difícil, pensamos sobre qual seria o caminho certo a seguir, estabelecidos em argumentos fundamentados pela crença, pela cultura, pela família e tantos outros valores agregados, que instituem a moralidade da sociedade. Na simplicidade de muitos, uma divindade define o que é certo ou errado, e para facilitar a compreensão, eu diria que estou sempre certa e é fundamentalmente bom acreditar que o outro está sempre errado porque nossas teorias contradizem umas as outras. Percebe-se que o certo e o errado são julgamentos de valores relativos.

O mal-entendido dentro de nós que diz que algo é certo ou errado é simplesmente a soma do condicionamento transmitido por nossos pais, pela mídia, amigos e extraído também da consciência social, por isso este sentimento interno de pressão para fazer as coisas consideradas certas, isso posto aqui, sem valorar o que é certo e errado, pode equivocar o destino real de nossas vidas, nos desconectando do que somos verdadeiramente.

Eu não acho que o certo e o errado existem, são apenas rótulos colocados sobre os comportamentos visíveis. A vida toda tentamos agradar, seguir regras, ser exemplos, ter boas maneiras, não perder a paciência. Lutamos não só com o que, de fato, devemos fazer, mas com a forma como o mundo em que estamos inseridos nos reconhece. Preferimos passar horas tentando provar um ao outro quem está certo ou errado, quando no final do dia os problemas da fome, falta de moradia, violência, continuam a ocorrer.

Mesmo na pós-modernidade os padrões morais são decididos por coerção e consenso. A moralidade não está ligada a Deus ou leis naturais; os sistemas éticos estão construídos dentro das sociedades. Cada cultura tem seu próprio conjunto de padrões morais decorrente das diversas influências dentro de cada grupo em particular. Mais ainda, a moralidade não está estagnada; ela muda, se adapta e está em constante evolução. 

Eu quero importar-me cada vez menos com os julgamentos que forem meramente concebidos sem avaliar o meu grau de coragem, de compaixão, de honestidade e de verdade. Deixo para outros a dureza do preto ou branco, do certo ou errado. Entre manter-me entrincheirada medindo valores alheios, decido permanecer aberta e curiosa para encontrar o que traz efetivamente a paz. 

Quero viver uma vida bela. Se existem Deuses bons e justos, eles não se importarão com o quão devota eu tenha sido, mas me acolherão baseados nas minhas virtudes. Se há Deuses que não sejam justos, nem devo adorá-los. Mas se não há Deuses e eu tiver vivido uma vida nobre, quando partir, permanecerei na memória dos meus entes queridos, parafraseando Marcus Aurelius, imperador romano. 

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br

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| 21/07/2014, 20h:46 - Atualizado: 21/07/2014, 21h:54

Jayme ameaça sair da disputa ao Senado depois de divergência com aliado de Mauro


Davi Valle/Rdnews

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Jayme Campos cobrou compromissos de todos do grupo de oposição e, após conflito com Suelme Fernandes, avisou que não será mais candidato ao Senado

O senador Jayme Campos (DEM) avisou nesta segunda, após externar insatisfação com boicote a sua candidatura, que deve desistir da disputa à reeleição. Ele entende que está havendo conspiração dentro do bloco de oposição, composto de 13 partidos e que tem o senador Pedro Taques como candidato a governador. A crise eclodiu com a atitude do ex-secretário de Cidades de Cuiabá, Suelme Fernandes, do PSB, de se manifestar contrário a uma colocação de banner de Jayme. Irritado, Jayme pediu respeito e avisou que não deseja mais manter a candidatura. Suelme assumiu a coordenação no Estado da campanha do presidenciável Eduardo Campos, do PSB, mesmo partido do prefeito cuiabano Mauro Mendes, de quem é afilhado político.

Para criar mais mistério sobre recuo ou manutenção do projeto majoritário, o senador espalhou a notícia e se isolou. Não atende as ligações ao seu celular nem mesmo de membros da própria equipe. Pedro Taques ficou de voltar a conversar pessoalmente com o democrata ainda nesta segunda para demovê-lo da ideia. No período da tarde, em reunião ampliada no comitê da campanha de Taques, Jayme fez várias reclamações e cobrou comprometimento de todos do grupo por sua candidatura.

Sente-se isolado e enfrenta resistência de lideranças do bloco. Numa conversa reservada com Taques e com o primeiro-suplente de sua chapa, empresário Marcelo Maluf, o cacique do DEM disse que "estava havendo muita trairagem no grupo", que deveria se unir, e que, diante disso, não seria mais candidato. A chapa de Jayme se completa com a deputada Luciane Bezerra (PSB) de segunda-suplente.

Embora esteja fazendo pressão, a tendência é que o ex-governador e ex-prefeito de Várzea Grande se mantenha na disputa. O principal concorrente de Jayme é o deputado federal de seis mandatos Wellington Fagundes (PR), que pertence ao grupo de 5 partidos (PR, PMDB, Pros, PC do B e PT), que trabalham o nome do petista Lúdio Cabral ao Governo. A preocupação de Jayme é porque Wellington, mesmo em outro palanque, começou a receber adesões de lideranças ligadas a Taques, entre elas os prefeitos Mauro, da Capital, e Percival Muniz (Rondonópolis), presidentes regionais do PSB e PPS, respectivamente.

O próprio Wellington chegou a anunciar publicamente, em ato político realizado pelo PT para referendar Lúdio na disputa ao comando do Palácio Paiaguás, que tinha o apoio de Mauro e Percival. Os gestores não negaram a informação, o que contribuiu para que Jayme fosse ainda mais desprestigiado no grupo liderado por Taques.

Além disso, a primeira pesquisa feita no Estado pelo instituto Mark após as convenções revela que Jayme estava liderando nas intenções de voto, mas com menos de 10 pontos percentuais sobre o republicano, sinais de que o democrata, que em todas as eleições vitoriosas até hoje não enfrentou concorrentes de peso, desta vez terá uma disputa acirrada.

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Comentários (14)

  • jadr | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 13h43
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    Mendes já ganhou o meu respeito tirou mais uma raposa da política de MT. Kkkkkkk

  • Miguel Junior | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 07h35
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    Até que demorou essa conjuntura. O Pedro Taques e Mauro Mendes acha que sozinhos ganhara eleição. O Senador desfez dos vereadores e vários candidatos a deputados estão apoiando o Wellington Fagundes. Pedro Taques voto demais não causa mal.

  • PACHECO | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 07h27
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    PACHECO, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • ze vila bela | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 23h25
    1
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    Jaime Campos teve 80% dos votos de vila bela e nunca mais voltou aqui tem que desistir mesmo nao fez nada

  • Maria Fernanda de Abreu | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 23h16
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    Só iria votar em Pedro Taques, em virtude do pedido que o Senador Jaime Campos, me fez, dias atraz no seu Gabinete em Brasilia, com a sua saída da sua candidatura a Senador,ao lado de Taques, sinto-me livre para votar e trabalhar pra quem eu quiser, por isso vou de LUDIO pra Governador, e Ruy para Senador. Tô sentindo cheiro da derrota junto ao Taques.

  • Antonio Carlos Caxias Jr | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 22h51
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    Somente os opositores do Sen. Pedro Taques tem interesse nessa fissura catastrófica, começou o jôgo, entramos naquele momento onde quem der um lance errado comprometerá sua Campanha e se o candidato da Oposição não tem o controledo seu Grupo , quem o terá ?!

  • Alvino Batista Leite Jr | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 22h22
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    CUIDADO PEDRO TAQUE, VOCÊ ESTA SENDO FRITADO POR MAURO MENDES E AINDA NÃO SE DEU CONTA DE QUE SUA CAMPANHA A GOVERNADOR DE MT ESTA INDO DIRETO PARA O FIM, O MAIOR ADVERSÁRIO SEU NESTE MOMENTO É NADA MENOS DO QUE O SEU PRÓPRIO GRUPO.......ACORDA PEDRO TAQUES.

  • Valdeli Forte Ferreira | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 22h05
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    Seja bem vindo ao grupo da família 55, vamos de Riva, o seu lado é aqui, sabemos dar valor nas lideranças, infelizmente Vossa Excelência Senador Jaime Campos entrou do lado errado, fica um alerta aos Eleitores de Mato Grosso, se já estão com trairagem com seus próprios aliados, imaginem com o Povo de Mato Grosso, depois de eleito.

  • laura lima | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 21h44
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    Senador Jayme Campos,o senhor não precisa deste sr.Suelme, aliás, quem ele pensa que é para barrar sua candidatura? Não lhe dê ouvidos. O que prevalece é o que o povo quer e eu sou povo e quero o sr, como SENADOR,conte comigo.Estou à disposição.Está havendo muita conversa e pouca ação de umas pessoas que não sabem fazer uma política honesta. Não sei se o senhor verá meu comentário,mas quero ajudá-lo.

  • Eduardo Gomes | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 21h34
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    Esse jeito de aglutimar o Candidato a Gov Pedro Taques vai deixar a vaca ir para o bejo quem deve AMAR isso é o outro candidato a Gov. José Riva. É equipe do Pedro Taques isso é falta de ESTRATEGIA NÃO SABE O QUE É A POLÍTICA O OUTRO LADO SABE.

| 21/07/2014, 19h:00 - Atualizado: 22/07/2014, 09h:09

Ao vivo, candidato ao Governo José Roberto


Divulgação

21072014joserobertopsol

Candidato ao Governo, José Roberto (PSOL), participa ao vivo do RDTV nesta 3ª - mande sua pergunta

O candidato ao Governo de Mato Grosso, José Roberto de Freitas Cavalcante (PSOL), é o convidado ao vivo do RDTV nesta terça (22). Na oportunidade, ele vai revelar as ações voltadas à campanha eleitoral. Em 2010, ele foi candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Marcos Magno (PSOL). José Roberto também vai falar sobre as articulações da sigla para conseguir eleger correligionários nas eleições proporcionais.

Os interessados em participar desta entrevista, que começa ao vivo às 8h30, devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br. Simultaneamente, o programa é transmitido para a Baixada Cuiabana por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

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ARTICULAÇÃO | 21/07/2014, 16h:49 - Atualizado: 21/07/2014, 21h:42

Toninho só aguarda decisão do TRE para assinar ficha de filiação no PSB de Mauro


 Rodinei Crescêncio/Rdnews

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      João Emanuel foi cassado após parecer favorável da Comissão de Ética presidida por Toninho

O vereador por Cuiabá Toninho de Souza aguarda somente o parecer do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para deixar o PSD e assinar ficha de filiação no PSB do prefeito Mauro Mendes. “As conversas estão avançada, mas seria precipitado migrar de partido sem que minha causa seja julgada”, explicou em entrevista ao Rdnews.

 O pedido de desfiliação por justa causa foi apresentado ao TRE em maio após o PSD abrir processo interno contra Toninho com objetivo de cassar o mandato por infidelidade partidária. Isso porque, como presidente da Comissão de Ética da Câmara de Cuiabá, Toninho deu parecer favorável à cassação do ex-presidente do Legislativo João Emanuel (PSD), que acabou concretizada.

 Para agravar a situação, Toninho não seguiu determinação da direção do PSD e votou favorável a cassação do correligionário. Como reação, o deputado estadual José Riva (PSD), que é sogro de João Emanuel, chegou a acusá-lo de tentativa de extorsão.

 Ocorre que o julgamento da causa de Toninho deve ser realizado somente após o processo eleitoral já que o TRE deve priorizar pedidos de impugnações e posteriormente, as prestações de contas dos candidatos.  Além disso, o relator do processo, Samuel Franco Dalia  Júnior, acaba de deixar Pleno e o caso está parado na Secretária Judiciária do Tribunal.

 Enquanto aguarda a decisão do TRE,  Toninho amenizou o tom das críticas a administração municipal. Em algumas ocasiões, chegou até a elogiar a atuação de Mauro como no acordo que colocou fim na greve dos enfermeiros.

 Caso a filiação seja confirmada, Toninho será o quarto integrante da bancada no Legislativo cuiabano. Hoje, o PSB conta com os vereadores Adilson Levante, Onofre Júnior e Faissal Calil.

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Comentários (1)

  • Moreira | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 08h57
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    É só no Brasil que acontece isso: o certo é o errado. E família Riva, ainda querem "governar" o estado.

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